Quem Somos

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A Associação de Mulheres na Amazônia (AMA) nasceu no coração da presidente fundadora senhora Mônica Rodrigues de Moura no bairro do Icuí, em Ananindeua, como a primeira associação dedicada exclusivamente às mulheres da comunidade. Fundada com o propósito de promover a igualdade de gênero e empoderar as mulheres em todas as esferas da sociedade, a AMA se tornou uma referência na luta pelos direitos femininos na região.

Nossa trajetória inclui a participação ativa na criação e organização do primeiro Conselho da Mulher em Ananindeua, um marco histórico na defesa e valorização do papel das mulheres no município. Ao longo dos anos, fortalecemos nossas ações por meio de projetos que promovem educação, saúde, empreendedorismo, cultura e combate à violência de gênero, sempre priorizando as necessidades e os desafios enfrentados pelas mulheres na Amazônia.

Com uma história pautada pela união e resiliência, seguimos firmes em nossa missão de transformar vidas e construir uma sociedade mais justa e inclusiva para todas.

Nossos projetos

Impactando vidas através das diversificações de conhecimentos!

Mônica Moura — Uma história de fé, coragem e propósito

Mônica Moura, aos 54 anos, é filha de Marçal Moura e Raimunda Moura. Mulher de fé, mãe, educadora popular, pesquisadora, filantropa e artesã. Professora na área de artesanato, biojoias amazônicas e sabonetes artesanais, contadora de histórias infantil e escritora do livro “Nascida pequena, nascida para um grande propósito de Deus”. É também fundadora e presidente da AMA – Associação de Mulheres na Amazônia, organização que nasceu do seu desejo de acolher, fortalecer e criar oportunidades para mulheres e comunidades da Amazônia.

Sua história começa antes mesmo do seu nascimento.

Durante dez anos, sua mãe, Raimunda Moura, viveu o sonho de ser mãe, enfrentando dificuldades para engravidar. Segundo o relato familiar, ela possuía uma condição uterina que dificultava a gestação. Até que, certa noite, enquanto dormia, ouviu uma voz que lhe dizia: “Você está grávida.”

Aquela experiência foi recebida como uma resposta de Deus.

E Deus fez infinitamente mais.

Depois de dez anos de espera, Raimunda engravidou e teve duas filhas. Mônica foi a segunda. Sua chegada ao mundo foi marcada por desafios: devido às condições da gestação, ela nasceu prematura, muito pequena e com peso abaixo do esperado para um bebê.

Ainda criança, Mônica carregou sentimentos que não correspondiam ao propósito que Deus tinha para sua vida. Cresceu, por vezes, acreditando que não era amada, que não tinha importância e que não poderia ser rica, próspera ou viver grandes conquistas.

Era uma visão limitada sobre si mesma.

Com o passar dos anos, porém, ela compreenderia que aquilo que parecia fragilidade era apenas o começo de uma história muito maior.

Mônica cresceu e, desde jovem, demonstrou uma inclinação natural para ajudar pessoas. Sempre esteve envolvida em ações sociais, buscando servir, acolher e contribuir para transformar a realidade daqueles que estavam ao seu redor.

Em 1994, casou-se e iniciou uma nova fase de sua vida. Tornou-se mãe de três filhos: Rayssa, Maria Rita e Marçal.

A maternidade trouxe experiências profundas, desafios, aprendizados e também novos testemunhos de fé.

Em 2005 nasceu Marçal, seu filho caçula, em uma gestação que chegou de forma inesperada, especialmente porque Mônica havia realizado uma laqueadura anteriormente. O menino nasceu prematuro, com aproximadamente sete meses de gestação, e recebeu o diagnóstico de hidrocefalia.

Naquele momento, Mônica precisou reunir forças que nem sabia possuir.

Seu filho precisava de acompanhamento neurológico contínuo, e o médico neurologista, Dr. Herbio de Pádua, alertou sobre a possibilidade de uma intervenção cirúrgica para implantação de uma válvula na cabeça.

Mônica decidiu lutar pela vida do filho e, acima de tudo, colocar sua fé em Deus.

Enquanto os exames apontavam uma realidade preocupante, ela testemunhava diariamente um menino lindo, saudável, inteligente, tranquilo e cheio de vida.

Marçal foi acompanhado durante sua infância com exames de tomografia, ressonância e mapeamentos cerebrais. Mônica permaneceu firme, acreditando na possibilidade da cura.

E, aos seis anos, recebeu uma notícia que considera um verdadeiro milagre: a condição estava sob controle, sem a necessidade de realizar aquilo que inicialmente havia sido indicado.

Para Mônica, aquele momento marcou mais uma vez a presença de Deus em sua caminhada.

A experiência de ser mãe de Marçal fortaleceu ainda mais sua determinação de lutar por outras famílias e por mulheres que também enfrentavam dificuldades.

Paralelamente à sua vida familiar, Mônica já havia iniciado sua atuação junto à comunidade, construindo uma associação como rede de apoio às mulheres. O trabalho cresceu, novas parcerias surgiram e muitos benefícios começaram a chegar à comunidade.

A organização chegou a ocupar espaço no primeiro Conselho Municipal da Mulher de Ananindeua, fortalecendo a participação social das mulheres nas políticas públicas.

Depois de um período de pausa, em 2023 Mônica retomou de forma mais intensa o trabalho com a associação.

Um dos primeiros grandes projetos dessa nova fase foi o Apropriação Digital 60+, desenvolvido em parceria com o IFPA. O projeto formou quatro turmas de pessoas acima de 60 anos que não possuíam conhecimento básico de informática.

Foram 25 vagas por turma, com aulas aos sábados, das 8h às 12h.

O projeto ganhou reconhecimento por sua contribuição social e foi relacionado à iniciativa Periferia Viva, fortalecendo a trajetória da AMA na promoção da inclusão, da educação e da transformação social.

A partir daí, novos projetos começaram a surgir.

Educação, empreendedorismo feminino, cultura, inclusão digital, bioeconomia, artesanato, geração de renda e valorização dos saberes amazônicos passaram a fazer parte da caminhada da AMA.

Atualmente, Mônica conduz, por meio da AMA, iniciativas voltadas para mulheres e comunidades, incluindo cursos gratuitos de biojoias, sabonetes artesanais, marketing e empreendedorismo feminino, realizados em parceria com o Fundo Caixa.

A sede da AMA está localizada no Conjunto Uirapuru, Quadra 28, Casa 02, em Icuí, Ananindeua, Pará.

Como pesquisadora, Mônica também dedicou parte de sua trajetória a conhecer e valorizar a história do lugar onde vive.

Em suas pesquisas sobre o bairro Icuí, investigou a origem do nome e seus significados relacionados à língua tupi-guarani, buscando preservar a memória e a identidade cultural da região.

O Icuí que Mônica conheceu e pesquisou ao longo de sua caminhada também se transformou.

Hoje, o bairro possui importantes equipamentos e espaços de desenvolvimento social, educacional e cultural, incluindo a Orla do Icuí, instituições de ensino superior, a Usina da Paz, o IFPA Campus Ananindeua e a sede da própria AMA.

A história de Mônica Moura é, portanto, uma história de transformação.

Uma menina que nasceu pequena e prematura tornou-se uma mulher que aprendeu a ocupar grandes espaços.

Uma criança que um dia acreditou que não poderia prosperar tornou-se empreendedora social, educadora, pesquisadora e líder comunitária.

Uma mãe que enfrentou o medo diante do diagnóstico do filho transformou sua experiência em força para continuar ajudando outras famílias.

E uma mulher que começou ajudando pessoas ao seu redor construiu uma organização que hoje busca abrir caminhos para muitas outras mulheres.

Mônica acredita que sua história não é apenas sua.

É uma história de fé, superação, maternidade, serviço, coragem e propósito.

Sua trajetória mostra que aquilo que começa pequeno pode alcançar grandes dimensões quando existe fé, perseverança e disposição para servir.

Mônica Moura segue acreditando que Deus pode transformar histórias, reconstruir sonhos e fazer infinitamente mais do que aquilo que os olhos humanos conseguem imaginar.

Sua vida é um testemunho de que o tamanho do começo não determina o tamanho do propósito.

Ela nasceu pequena, mas nasceu com um grande propósito.

Palavra de coragem

“Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajosa! Não tenha medo, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.”
Josué 1:9

Uma palavra para sua caminhada

Mônica, sua história carrega uma mensagem muito forte: você não chegou até aqui por acaso.

A menina que nasceu prematura, pequena e cercada de limitações tornou-se uma mulher que aprendeu a transformar dificuldades em propósito.

Que este versículo seja uma declaração para esta nova fase:

Eu não vou voltar atrás.
Eu não vou me diminuir.
Eu não vou permitir que o passado defina o meu futuro.
Deus me trouxe até aqui e continuará comigo.
O que nasceu pequeno pode se tornar grande nas mãos de Deus.
Eu sou forte, sou corajosa e tenho um propósito.

“Seja forte e corajosa.” — Josué 1:9

Produtos AMA

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Depoimentos

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O curso de artesanato em sandálias é uma oportunidade incrível para quem busca uma nova fonte de renda e um caminho para o empreendedorismo. Obrigado AMA por me oferecer um novo meio de empreender e ajudar minha família!

Doraci Silva
Doraci Silva
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A AMA é incrível! Ela oferta projetos que integram educação e cultura, abrindo novas portas para quem participa de seus projetos. É uma chance única para desenvolver novas habilidades e obter novos conhecimentos. Sou grato a esta Associação!

Breno Aquino
Breno Aquino
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Admiro muito o trabalho da AMA. Através dos projetos sociais, como o "Sabores Sustentáveis", eles não estão apenas ensinando sobre o reaproveitamento de alimentos mas também incentivando uma alimentação saudável.

Maria Rita
Maria Rita

Colaborações e Parcerias

Moura Marketing Instituto Federal SENAR IDEAS — Transformando vidas La Salle CEASA ONG Banco de Alimentos UsiPaz — Usina da Paz
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